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Dólar à vista fecha no menor nível desde 2 de agosto, a R$ 4,85, com commodities e Treasuries

Creditos: InfoMoney

O
dólar à vista caiu mais de 1% na sessão desta segunda-feira, com o Ibovespa e as Bolsas em Nova York alcançando máximos. A moeda americana enfraqueceu frente a divisas fortes e emergentes, enquanto commodities avançavam devido à expectativa de estímulos ao setor imobiliário na China. Operadores relataram entrada de fluxo para a bolsa doméstica e internalização de recursos por parte de exportadores. A agenda doméstica está vazia, com investidores olhando para avanços na economia no Congresso, incluindo a possível votação do projeto de lei que taxa fundos offshore na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado e do parecer final da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) na Comissão Mista de Orçamento (CMO), na quarta-feira, 22.

    O analista de ações com mais de 30 anos de experiência no mercado revelou a seleção de Small Caps para buscar lucros expressivos. A atenção se volta para a divulgação da ata do encontro de política monetária do Federal Reserve em 1º de novembro, após leituras benignas de inflação nos EUA na semana passada, gerando ideia de que o BC americano já encerrou seu ciclo de alta de juros. Especula-se com um possível início do processo de corte ainda no primeiro semestre. A semana é mais curta para o mercado dos EUA com o feriado do Dia da Ação de Graças na quinta-feira, 23.

    O dólar rompeu o piso de R$ 4,85 à tarde em meio à máximas do Ibovespa e das Bolsas em Nova York, após a virada das taxas dos Treasuries mais longos para o campo negativo. O leilão do Tesouro dos EUA de papéis de 20 anos teve demanda acima da média, o que significa redução de prêmios e é favorável a ativos emergentes. Com mínima a R$ 4,8480, a moeda fechou em baixa de 1,10%, cotada a R$ 4,8517 – menor valor de fechamento desde 2 de agosto (R$ 4,8055). A liquidez foi muito reduzida devido ao feriado do Dia da Consciência Negra no Estado de São Paulo.

    Segundo o analista de câmbio Elson Gusmão, da corretora Ourominas, não houve alterações no quadro doméstico que justifiquem a apreciação do real hoje. O mercado operou muito de olho no cenário externo, com ata do Fed e especulação de uma queda de juros nos EUA para maio de 2024. Com reduzida liquidez, "qualquer movimentação acaba fazendo preço". A demanda por dólar pode ser grande amanhã para remessas de lucros e dividendos, e o patamar de R$ 4,85 é muito atrativo.

    O índice DXY, que mede a temperatura do comportamento do dólar em relação a seis divisas fortes, operou em queda firme, com mínima aos 103,379 pontos. Entre divisas emergentes e de países exportadores de commodities, destaque para o peso colombiano, o real e o pes

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