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Militar que estava nos EUA retorna a Brasília e é preso pela PF

Creditos: G1 Política

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oronel Bernardo Romão Correa Neto, um oficial bem-quisto pela tropa, foi preso preventivamente na Operação Tempus Veritatis, que investiga tentativa de golpe de Estado no Brasil. Ele foi preso no início da madrugada deste domingo (11) no Brasil, após ser recebido pela Polícia Federal no aeroporto e entregue à Polícia do Exército para ficar sob custódia da instituição. Correa Neto teve três passaportes e um celular apreendidos. Ele foi instrutor de cavalaria na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) e é considerado um oficial bem-quisto pela tropa. A PF encontrou diálogos de Mauro Cid com Correa Neto que indicam que o coronel intermediou o convite para uma reunião no dia 28 de novembro de 2022, em Brasília. A PGR afirmou que Correa Neto agia como homem de confiança de Mauro Cid, executando tarefas fora do Palácio da Alvorada que o então Ajudante de Ordens da Presidência da República não conseguiria desempenhar. A prisão dele foi justificada pela possibilidade de interferência nas investigações e pelo fato de que ele estava em missão nos Estados Unidos prevista para durar até 2025. Os outros três presos na operação de quinta-feira foram: Filipe Martins, ex-assessor especial de Jair Bolsonaro; Marcelo Câmara, coronel da reserva do Exército e assessor do ex-presidente; Rafael Martins, tenente-coronel do Exército.

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