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Número de refugiados no Brasil aumenta 117% em 2023; venezuelanos e cubanos são maioria, diz estudo

Creditos: G1 Política

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o ano passado, o Brasil reconheceu 77.193 refugiadas, com 97,5% delas vindas da Venezuela e 1,2% delas de Cuba. Os homens representaram 51,7% do total de refugiados, enquanto as mulheres representaram 47,6%. O reconhecimento de refugiados é uma proteção legal internacional, e no Brasil é oferecida para casos de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade ou opiniões políticas. Em 2023, o Brasil recebeu 58.628 pedidos de imigrantes, o que representa um aumento de 8.273 em comparação com o ano anterior, quando o país recebeu 50.355 pedidos. O Conare, órgão do Ministério da Justiça e Segurança Pública, analisou 138.359 pedidos, dos quais 72,0% eram de origem norte, seguido da região sudeste com 8,9%, sul com 6,4% e centro-oeste com 1,7%. Os estados com maior número de pedidos foram Roraima (71.198), Amazonas (19.663) e Acre (6.565). A origem principal dos pedidos em São Paulo foi Venezuela (2.137), Angola (1.950), Afeganistão (873), China (863) e Bangladesh (647). O Brasil recebeu pedidos de 150 países diferentes, com Venezuela, Cuba e Angola sendo os países que mais pediram abrigo, seguidos do Vietnã e da Colômbia. Em 2023, os homens representaram 58,5% dos pedidos (34.281), enquanto as mulheres representaram 41,5% (24.319). Para ser reconhecido como refugiado no Brasil, é necessário preencher o formulário do Sisconare na internet e ir à Polícia Federal com os documentos. O tempo estimado para análise do pedido é de 1 a 2 anos.

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