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Seleção chega à Copa América com mais incógnitas que certezas

Creditos: Terra Esportes

A
seleção brasileira, comandada por Dorival Júnior, mantém-se invicta no ano, apesar da inconsistência defensiva demonstrada nos quatro primeiros jogos do técnico. No último amistoso antes do primeiro torneio oficial, o Brasil empatou contra os Estados Unidos, mostrando que não faltam talento e competitividade, mas também expondo a inconsistência defensiva da equipe. A seleção atual supera a marca do time comandado por Fernando Diniz em seus últimos quatro compromissos pelas Eliminatórias sul-americanas, com seis gols sofridos e média de 14 finalizações adversas por jogo nos quatro primeiros amistosos de Dorival. O técnico ainda não conseguiu encontrar o equilíbrio defensivo na seleção, sem Casemiro, preterido por opção técnica, a equipe oferece bastante espaço aos rivais na intermediária. O goleiro Alisson voltou a falhar no primeiro gol dos Estados Unidos, em cobrança de falta de Pulisic. Bento e Rafael ganham força na disputa pela posição, já que Ederson acabou cortado por lesão. Marquinhos mantém o status de titular na zaga, com Beraldo recebendo nova oportunidade. No meio, Bruno Guimarães mantém a vantagem, com João Gomes e Douglas Luiz oscilando nos últimos amistosos. No ataque, a grande dúvida é se o treinador priorizará a hierarquia ao abrir mão de um 9 para preservar a vaga de Raphinha ou se desprenderá do conservadorismo e aproveitará o momento iluminado de Endrick. A seleção brasileira enfrenta desafios na defesa e ataque, mas mantém o invictismo.

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